
Queridos leitores, começo esse texto fazendo uma pergunta direta: quantos anos cada um de vocês acham que vão viver? Eu de minha parte penso que se chegar aos oitenta está bom demais. Oitenta anos! Se pensarmos que esse planetinha tem mais ou menos cinco BIlhões de anos, esses oitenta equivalem o mesmo que a vida de bactéria chinfrim, ou seja, alguns segundos.
Aqui faço minha segunda pergunta: para quê gastarmos esses míseros segundos com bobagens? Raivas, intrigas, aborrecimentos, nervosos, ódios e tudo mais correlatos que o leitor lembrar-se não levarão a nada, a não ser o desperdício desses ralos e parcos segundos com besteiras!
Além de desperdiçar nosso tempo com esses sentimentos ruins, ainda o vemos escorrer por entre os dedos apegados que somos a convenções sociais que nos amarram e não nos deixam viver a vida plenamente. Preconceitos, casamentos por convenção, de aparência e mais uma série que não permitem fazer o que queremos.
Aliado a essas bobagens, temos que ter em mente o caráter efêmero da vida, é meio clichê o que vou dizer, mas é a pura verdade: “nada é para sempre”, e como tal eu pergunta: “para que stresse”? Eu sei e entendo que o tesão e a felicidade são condições básicas para o envolvimento em tudo na vida (isso será tema de um texto que escreverei em breve).
Porém o que estou dizendo é que precisamos fazer o exercício diário de entender que tudo um dia acaba. Por mais que a situação seja difícil, temos que pensar que nada perdura para sempre. Não quero com isso que os leitores adotem uma postura derrodista ou conformista. Temos que lutar a cada dia por melhoras em nossa. O que coloco aqui é que nós não podemos tornar algo ruim e algo pior.
Assim não perdemos tempo com sentimentos menores e que não nos levam a nada e em lugar algum, lembremos sempre que tudo passa, nada é para sempre e, portanto, as coisas sempre podem mudar.
Afinal como diz a letra de uma canção: “estou aqui de passagem, esse mundo não é seu, esse mundo não é teu, estou aqui de passagem”.
Aqui faço minha segunda pergunta: para quê gastarmos esses míseros segundos com bobagens? Raivas, intrigas, aborrecimentos, nervosos, ódios e tudo mais correlatos que o leitor lembrar-se não levarão a nada, a não ser o desperdício desses ralos e parcos segundos com besteiras!
Além de desperdiçar nosso tempo com esses sentimentos ruins, ainda o vemos escorrer por entre os dedos apegados que somos a convenções sociais que nos amarram e não nos deixam viver a vida plenamente. Preconceitos, casamentos por convenção, de aparência e mais uma série que não permitem fazer o que queremos.
Aliado a essas bobagens, temos que ter em mente o caráter efêmero da vida, é meio clichê o que vou dizer, mas é a pura verdade: “nada é para sempre”, e como tal eu pergunta: “para que stresse”? Eu sei e entendo que o tesão e a felicidade são condições básicas para o envolvimento em tudo na vida (isso será tema de um texto que escreverei em breve).
Porém o que estou dizendo é que precisamos fazer o exercício diário de entender que tudo um dia acaba. Por mais que a situação seja difícil, temos que pensar que nada perdura para sempre. Não quero com isso que os leitores adotem uma postura derrodista ou conformista. Temos que lutar a cada dia por melhoras em nossa. O que coloco aqui é que nós não podemos tornar algo ruim e algo pior.
Assim não perdemos tempo com sentimentos menores e que não nos levam a nada e em lugar algum, lembremos sempre que tudo passa, nada é para sempre e, portanto, as coisas sempre podem mudar.
Afinal como diz a letra de uma canção: “estou aqui de passagem, esse mundo não é seu, esse mundo não é teu, estou aqui de passagem”.
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